11.4.09
Náusea!
O jornalista Vladimir Herzog: "suicidado" pelo regime militar
Tive um rompante de replicar o amontoado de asneira perpetrado por um bestalhão autoritário na edição de 4/4/2009 do jornal O Municipio. Como, em outras épocas, já polemizei com o pateta truculento, fui até estimulado por alguns a combater novamente.
Não o fiz por duas razões:
1. A editoria do jornal me negou o democrático direito da réplica;
2. Recebi e ponderei sobre o e-mail abaixo reproduzido (não tenho autorização para citar o nome do amigo autor da mensagem):
“Olá Lauro, boa tarde, há tempos não nos falamos. Pena.
Queria, com a permissão de quem te admira, fazer um comentário sobre sua mensagem, a qual, antecipadamente, digo que concordo.
Acho que você não deveria dar a réplica.
"Brigar" com o Fulano é dar importancia ao que ele escreve, despreze-o.
"Brigar" com o Fulano no jornal local, desculpe-me pela franqueza que a amizade permite, é estupidez.
Você acha que o pensamento ideológico do jornal está mais para você ou para ele?
Dê ao artigo a importância que ele merece. Nenhuma.
Um grande abraço.”
De qualquer forma, cito uma frase do grande poeta Ferreira Gullar:
“Um recurso manjado, de que lançam mão os regimes autoritários e os caudilhos, é inventar um inimigo do povo, que eles estão sempre prontos a combater. Esse inimigo hipotético serve para justificar muita coisa e, sobretudo, para manter a popularidade do regime ou do líder.”
Se você tem estômago forte, clique aqui e leia o texto nauseabundo

criado por Lauro Augusto Bittencourt Borges
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