28.10.08
Comedores de rabo

No exílio limeirense de algum tempo atrás, o almoço das sextas-feiras era sagrado no Recanto do Bego (pronuncia-se Bêgo). O restaurante, off-downtown, está instalado no fundo do bar de mesmo nome.
Uma equipe atenciosa, um salão arejado, nenhuma concessão ao self-service e uma rabada com polenta que deveria constar em qualquer guia de boa mesa.
Sexta última, uma reunião de trabalho me levou a Limeira. Desnecessário dizer da emoção do reencontro com o rabo mais gostoso do interior paulista.
Generoso, o bancário-blogueiro compartilhou o rabo do Bego com alguns colegas. Também desnecessário dizer que nunca antes na história deste país eles comeram tão belo rabo.
Em alguns, de paladar mais ortodoxo, algumas lágrimas verteram pelo inigualável sabor heterodoxo do cardápio ‘beguense’.
criado por Lauro Augusto Bittencourt Borges
21:56 — Arquivado em: 
