29.3.08
Penosa!

Depois da decepção pós-carnavalesca (clique e saiba) veio a redenção pré-pascoalina. Dia destes, às portas da Páscoa, numa rápida e urgente passada em Sampa, finalmente comi no Frangó a coxinha, tida há muito pelo Washington Olivetto, e agora também por mim, como a melhor do Brasil (Do mundo, quiçá. Não consta que exista coxinha tal como a concebemos em outros países). Na lépida expedição ao boteco, pude me embasbacar com a carta de cervejas. São mais de 250 rótulos de todos os rincões do planeta. Tem para todos os gostos e para todos os bolsos. Pra quem pode, tem uma degustação de quatro litros de “loiras” por 800 pilas.
O Largo Nossa Senhora do Ó, onde fica o bar, é praça com cenário típico do interior. Igreja matriz, comadres fofocando, moleques brincando, a vida correndo num outro ritmo…
Mas, voltando ao cardápio, o blogueiro, por ser mais “gramático” do que “aquático”, prefere reverenciar as coxinhas do Frangó. O acepipe, que leva também catupiry, é de uma leveza e sabor absoluamente espantosos.

Com as penosinhas de perder a cabeça

Eu e Zé Pedro brindando com as cervas de grife
criado por Lauro Augusto Bittencourt Borges
15:48 — Arquivado em: 

Comentário por Marcelo Sguassábia — 1.4.08 @ 12:46
Pois é, e saibam todos os contumazes deste sÃtio que tive a honra de ver as fotos da galinácea patuscada em primeira mão. Desta feita o escriba não deu com a cara na porta!